Dom da Alma

sábado, 5 de janeiro de 2013

Escrever é (...)

Escrever e assim fazer emocionar. Pôr pra fora da alma. Repassar pra folha e mais que isso, mostrar pra um mundo maior além do nosso interior. Escrever pra limpar, pra expressar sentimentos através de palavras, e acolá delas. Falar, mesmo que calada e com o coração. Transmitir sinceridade e serenidade. Extravasar ou apenas falar. Escrever sobre o que se sabe, sobre o que se acha saber, sobre o que se duvida, sobre o que não está ao alcance dos olhos. Escrever sobre amor, sobre ódio, sobre os dois juntos... Sobre outrora, sobre hoje. Sobre o vazio e sobre o encantamento que nos traz a felicidade. Escrever com melancolia ou com euforia, desde que se use sentimentos. Escrever pra encontrar, pra se perder, pra acalmar, pra desabafar. Escrever, mesmo que ninguém vá ler, só você e seus milhares de ‘eus.’ Escrever pra todo mundo saber, pra não se esconder em uma bolha, ficar solitária e ali morrer. Escrever pra sobreviver, pra renascer. Escrever, mesmo que nada vá bem ou que tudo ande perfeito. Escrever mesmo que ninguém vá entender, ainda que não tenha lápis ou caneta nas mãos, arrumar um jeito, mas nunca deixar de escrever. (Sthefany Barbosa) 

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